quarta-feira, 27 de maio de 2015
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Memorial Autores: Mateus, Daniel, Lucas e Marco Aurélio.
Filmes
A
lista de Schindler

A história
é a de Oscar Schindler, um industrial que começa a empregar e esconder judeus
para livrá-los dos campos da morte.
FICHA TÉCNICA
Título original: Schindler´s List
Direção: Steven Spielberg
Ano: 1993
Gênero: Drama / Guerra
Duração: 197 min / EUA: 194 min
País: Estados Unidos
Língua: Inglês / Hebraico / Alemão / Polonês
Cor: Preto & Branco / Colorido (DeLuxe)
Som: DTS / Dolby
Classificação: 14 anos
Título original: Schindler´s List
Direção: Steven Spielberg
Ano: 1993
Gênero: Drama / Guerra
Duração: 197 min / EUA: 194 min
País: Estados Unidos
Língua: Inglês / Hebraico / Alemão / Polonês
Cor: Preto & Branco / Colorido (DeLuxe)
Som: DTS / Dolby
Classificação: 14 anos
O resgate do
soldado Ryan

É um
longa-metragem de 1998 dirigido por Steven Spielberg com Tom Hanks, Tom
Sizemore, Edward Burns e elenco. Seu enredo se passa durante a Segunda
Guerra Mundial, durante o desembarque
aliado na região da Normadia (França) ocupada por forças nazistas, episódio
notoriamente conhecido como "Dia
D".
Lançamento
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11 de setembro de 1998 (2h43min)
|
Dirigido
por
|
Steven Spielberg
|
Com
|
Tom Hanks, Tom Sizemore, Edward Burns
|
Gênero
|
Guerra , Drama
|
Nacionalidade
|
EUA
|
Band of
Brothers

Foi o
regimento que mais teve baixas em todas as Guerras, e que 95% dos seus homens
receberam a medalha Purple Heart pelo menos uma vez, era sempre o regimento que
recebia as missões mais complicadas, tendo as mais diversas tarefas desde
saltar de pára-quedas na França à captura do QG de Hitler na Alemanha.
Criado
por
|
Steven Spielberg, Tom
Hanks, Stephen
Ambrose (2001)
|
Com
|
Nicholas
Aaron, Damian
Lewis, Donnie
Wahlberg mais
|
País
|
EUA
|
Gênero
|
Guerra
|
Status
|
Finalizada
|
Duração
|
60 minutos
|
Operação Valquíria

O
coronel do exercito alemão Claus von Stauffenberg fica indignado com os
fracassos de Adolf Hitler nas campanhas da guerra e por causa do Holocausto que
ele testemunhou no inicio do conflito. Ele foi ferido na campanha do Norte da
Africa em 1943 e em 1944 o plano de assassinato contra Hitler já estava arquitetado
e foi realizado no dia 20 de julho. A bomba que explodiu na frente de Hitler em
seu quartel-general matou e feriu varios outros oficiais, mas ele mesmo sofreu
pequenos ferimentos. Apos Stauffenberg pensar que Hitler estava morto, ele e
seus comparsas tentam um golpe de estado, porem sem sucesso, pois Hitler e seus
generais são mais rápidos e restauram a ordem na Alemanha. Dias depois
Stauffenberg e seus cumplices foram fuzilados por ordem de Hitler.
Lançamento
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desconhecida (1h50min)
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Dirigido
por
|
Bryan Singer
|
Com
|
Tom
Cruise, Carice Van Houten, Bill
Nighy mais
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Gênero
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Histórico , Drama , Suspense
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Nacionalidade
|
EUA , Alemanha
|
A vida é bela

Este é um dos meus
filmes preferidos. A obra guarda similaridades com o filme A lista de
Schindler, mas enquanto “a lista” é sério, triste e poderia ser considerado uma
máquina de gerar depressão, “A vida é bela” é o retrato da desgraça dos Judeus
nos campos de concentração nazistas durante a guerra, mas este filme é contado
de forma magistral e com uma leveza tão grande que é difícil não se emocionar.
É o retrato do hercúleo trabalho de um pai que faz de tudo para que o filho de
cinco anos não perceba que é uma vítima dos horrores do nazismo. Do tipo que
“não tem como não ver”.
Lançamento
|
5 de fevereiro de 1999 (1h57min)
|
Dirigido
por
|
Roberto Benigni
|
Com
|
Roberto Benigni, Horst Buchholz, Marisa Paredes mais
|
Gênero
|
Drama , Comédia , Guerra
|
Nacionalidade
|
Itália
|
Livros
Os
Nazistas e a Solução Final

Em 1942, numa
vila às margens do lago Wannsee, na Alemanha, um grupo de oficiais bem educados
reuniu-se para falar de genocídio. Neste cenário foi criado o Protocolo
Wannsee. Até hoje se discute o que teria levado à elaboração de diretrizes tão
burocráticas para o extermínio de judeus, quando os nazistas já cometiam
assassinatos em massa. Debatendo as interpretações de historiadores sobre a
ideologia de Hitler e seus seguidores, o professor Mark Roseman tenta desvendar
esse enigma que envolve a chamada "Solução Final".
Título: Os Nazistas e a Solução Final
Subtítulo: A Conspiração de Wannsee, do Assassinato em Massa
ao Genocídio
Autor: Mark Roseman
Editora: Zahar
Edição: 1
Ano: 2003
Idioma: Português
A
Segunda Guerra Mundial

A
geopolítica global nunca mais foi a mesma depois da Segunda Grande Guerra. Em
maior medida que o primeiro conflito, a guerra de 1939-45 merece ser chamada de
mundial. Isso porque mobilizou a totalidade das forças morais e físicas dos
beligerantes, provocando o desenvolvimento de sistemas de propaganda e de
economia de guerra num nível jamais alcançado antes.
Título: A Segunda Guerra
Mundial
Subtítulo: História e Estratégias
Autor: Philippe Masson
Editora: Contexto
Edição: 1
Ano: 2010
Idioma: Português
Subtítulo: História e Estratégias
Autor: Philippe Masson
Editora: Contexto
Edição: 1
Ano: 2010
Idioma: Português
Armas
Secretas de Hitler

Os
pormenores sobre os avanços tecnológicos alcançados pelos cientistas alemães
durante a Segunda Grande Guerra estão nas páginas desta obra.
Título: Armas Secretas de Hitler
Autor: José Miguel Romaña
Tradução: Afonso Teixeira Filho
Editora: Madras
Edição: 1
Ano: 2010
Idioma: Português
Autor: José Miguel Romaña
Tradução: Afonso Teixeira Filho
Editora: Madras
Edição: 1
Ano: 2010
Idioma: Português
Mussolini

Benito
Mussolini parte para a aventura da vida nascido numa longínqua aldeia de
província na posição social desvantajosa de ser o filho rebelde de um ferreiro
e da professora primária local.
Dá-se
mal nas escolas, estuda praticamente sozinho, depois começa também como
professor primário, mas chega a um alto nível de poder na política,um dos
líderes do Partido Socialista Italiano e jornalista militante de esquerda. Após
combater na Primeira Guerra Mundial, executa uma espetacular virada política,
rompe com seus camaradas de muitos anos e, em meio à violenta luta ideológica
daqueles tempos, funda o fascismo, doutrina diametralmente oposta àquela em que
sua carreira decolara.
Título: Mussolini
Autor: Pierre Milza
Editora: Nova Fronteira
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Autor: Pierre Milza
Editora: Nova Fronteira
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Barbudos,
Sujos e Fatigados

"Barbudos,
Sujos e Fatigados" é o resultado do trabalho de mais de uma década. O
autor fez centenas entrevistas com ex-combatentes da FEB --vários trechos
destas entrevistas estão transcritos no livro--, analisou cartas e diários da
época, visitou o teatro de operações do norte da Itália, além de realizar
extensa pesquisa nos arquivos militares brasileiros, britânicos e americanos.
O contato
próximo com os veteranos possibilitou, também, o acesso a material fotográfico
nunca antes utilizado (algumas fotos estão presentes no livro). O resultado é
um minucioso e inédito retrato da campanha brasileira na Segunda Guerra
Mundial.
Título: Barbudos, Sujos e Fatigados
Subtítulo: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial
Autor: Cesar Campiani Maximiano
Editora: Grua
Edição: 1
Ano: 2010
Idioma: Português
O
Brasil na Mira de Hitler

Esta é
uma história surpreendente e dramática, que pouca gente conhece. Durante a
Segunda Guerra Mundial, 34 embarcações brasileiras foram torpedeadas por
submarinos da Alemanha nazista, causando a morte de 1.081 pessoas, a maioria
civis inocentes. Nem nos campos de batalha morreram tantos brasileiros.
"O
Brasil na Mira de Hitler" resgata esse capítulo de nossa história recente.
Com uma pesquisa rigorosa e uma ágil narrativa jornalística, o livro é um
relato essencial sobre os afundamentos de navios na costa do Brasil, a ação dos
espiões de Hitler em solo brasileiro e as agitações nos bastidores da política
do governo Vargas durante a guerra.
Título: O Brasil na Mira de Hitler
Autor: Roberto Sander
Editora: Ponto de Leitura
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Autor: Roberto Sander
Editora: Ponto de Leitura
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Dia
a Dia da Segunda Guerra

Em "O
Dia a Dia da Segunda Guerra", Ken Burns esmiúça o conflito através dos
pontos de vista de determinados personagens que o viveram. Burns reuniu esse
material para veicular em um documentário para a TV norte-americana em 2007, e
só depois o transformou em livro. O resultado é um tesouro para todos aqueles
que querem saber mais sobre a maior guerra de nossa história.
Título: Dia a Dia da Segunda Guerra
Subtítulo: 1941-1945
Autor: Geoffrey C. Ward., Ken Burns
Editora: Nova Fronteira
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Subtítulo: 1941-1945
Autor: Geoffrey C. Ward., Ken Burns
Editora: Nova Fronteira
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Pinturas





Pinturas
feitas no tempo livre documentavam a rotina dos soldados (John Jarvie).
Pintura
do soldado Arthur Shilstone retrata o episódio dos franceses pasmos com a
força dos americanos.
Poesia
aUTOR: Vinicius de Moraes
A ROSA DE HIROXIMA
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Escultura
Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial

O
Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, popularmente conhecido como
Monumento aos Pracinhas, localiza-se no parque Eduardo Gomes, na cidade do Rio
de Janeiro, no Brasil.
Musicas
Masterplan
– Noite de cristal
Por quê, por quê nos afastamos
Quando eles bradam aquele hino
Marchando bravamente
Seus corações batem corajosamente
Suas almas pertencem aos fracos
Andando cegamente
Cercados pelo paletó marrom das
mentiras
Ouvem a propaganda que diz
Sangre pela raça superior
Não estamos sob a mesma nação
O passado se foi, não tema o novo
É sua única chance, sua única
salvação
Porque deveríamos ser louros e de
olhos azuis
Entoando um Â"heilÂ",
vivendo uma mentira
O mal nos cerca, perdemos nosso
caminho
A escuridão vai nos guiar através do
fogo e do inferno
Não estamos agitando a mesma bandeira
Ou descendo a mesma estrada
Então usem seus miolos apenas uma vez
Vocês não podem governar a humanidade
Não estamos sob a mesma nação
O passado se foi, não tema o novo
É sua única chance, sua única
salvação
Não, não, nós não queremos isso -
nunca mais
Não vamos aceitar isso - como antes
Noite de cristal - nunca mais
Não estamos sob a mesma nação
O passado se foi, não tema o novo
É sua única chance, sua única
salvação
Não estamos sob a mesma nação
O passado se foi, não tema o novo
É sua única chance, sua única
salvação
Não, não, nós não queremos isso -
nunca mais
Não vamos aceitar isso - como antes
Noite de cristal - nunca mais
Nunca mais - como antes
Não, nunca mais
Imagens
da guerra














O BRASIL NA GUERRA
Milhares de soldados brasileiros
foram lutar na guerra. Sua participação foi modesta, já que não tínhamos um
armamento igual ao dos americanos. Mas a participação dos pracinhas foi tão
importante que ao voltarem para o Brasil foram considerados heróis.
Durante o Estado
Novo (1937 – 1945), o governo brasileiro viveu a instalação de um regime
ditatorial comandado por Getúlio Vargas. Nesse mesmo período, as grandes
potências mundiais entraram em confronto na Segunda Guerra, onde observamos a
cisão entre os países totalitários (Alemanha, Japão e Itália) e as nações
democráticas (Estados Unidos, França e Inglaterra). Ao longo do conflito, cada
um desses grupos em confronto buscou apoio político-militar de outras nações aliadas.
Com relação à Segunda Guerra Mundial, a situação do Brasil se mostrava completamente indefinida. Ao mesmo tempo em que Vargas contraía empréstimos com os Estados Unidos, comandava um governo próximo aos ditames experimentados pelo totalitarismo nazi-fascista. Dessa maneira, as autoridades norte-americanas viam com preocupação a possibilidade de o Brasil apoiar os nazistas cedendo pontos estratégicos que poderiam, por exemplo, garantir a vitória do Eixo no continente africano.
Com relação à Segunda Guerra Mundial, a situação do Brasil se mostrava completamente indefinida. Ao mesmo tempo em que Vargas contraía empréstimos com os Estados Unidos, comandava um governo próximo aos ditames experimentados pelo totalitarismo nazi-fascista. Dessa maneira, as autoridades norte-americanas viam com preocupação a possibilidade de o Brasil apoiar os nazistas cedendo pontos estratégicos que poderiam, por exemplo, garantir a vitória do Eixo no continente africano.
Referências
http://filmow.com/listas/os-melhores-filmes-sobre-a-segunda-guerra-mundial-l8933/
http://alistadeschindler.com/Filme
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-18598/
http://www.mundogump.com.br/os-melhores-filmes-da-segunda-guerra-mundial/
http://www.adorocinema.com/series/serie-306/
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-64439/
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-127129/
http://www.buscape.com.br/dia-d-a-batalha-pela-normandia-antony-beevor-8501089176.html#precos
http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/1074838-monte-sua-estante-com-obras-sobre-a-segunda-guerra-mundial.shtml
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/1568781
http://www.brasilescola.com/historiab/brasil-segunda-guerra.htm
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Viagem a Rio Grande
Viagem de estudo realizada
com a finalidade de proporcionar aos estudantes do ensino médio o aprimoramento
em conhecimentos das áreas de biologia, geografia e sobre questões de cunho
político e histórico, além do engrandecimento pessoal e cultural.
Dia 14 de abril os alunos do
2º e 3º anos do Ensino Médio da Escola Rocha Pombo juntamente com as
professoras Elisandra Hubner Kroetz, Marlei Salvalaio Lippert, Cheila Plack
Spohr, vice diretora Magdália Maria Kappes Sapegienski e diretora Marcia Lucia Gonzatto
realizaram uma viagem de estudos a uma das cidades mais antigas do país, a
primeira cidade a ser construída no Estado afim de, ser porta de entrada dos
primeiros colonizadores. Possui o time de futebol mais antigo do país, Sport
Club Rio Grande datado de 19 de julho de 1900. Cidade que conserva ainda vários
prédios com arquitetura Portuguesa.
Iniciamos nosso roteiro de
visitações pelo passeio a cidade de São José do Norte, que fica distante trinta
minutos de lancha da cidade de Rio Grande, separadas pela Laguna dos Patos,
essa travessia proporcionou aos estudantes uma experiência nova pois, muitos
nunca haviam navegado. Em São José do Norte conhecemos vários prédios que datam
da época da colonização. Logo após nos dirigimos ao Museu Oceanográfico, fundado em 8 de setembro de 1953, este mantém uma exposição pública
sobre a vida e a dinâmica dos oceanos, apresentada em painéis, maquetes,
aquários e diversos equipamentos utilizados em pesquisas oceanográficas.
Nos painéis das salas do Museu são apresentadas várias conchas, peixes e moluscos. Esta coleção é considerada a mais importante da América do Sul, foi organizada pelo Diretor Fundador do Museu Oceanográfico, o Professor Eliézer de Carvalho Rios. Os estudantes gostaram muito da visitação por se tratar de espécies que nunca tiveram a oportunidade de conhecer. Puderam ainda conhecer de perto o centro de recuperação de animais marinhos onde conheceram um leão marinho e diversos pinguins. Após o almoço nos dirigimos ao centro da cidade onde pudemos conhecer diversos monumentos históricos e culturais. A tarde realizamos a visita ao Porto de Rio Grande, onde tivemos a a oportunidade de conhecer e entender o funcionamento de um dos maiores portos em atividade do País, local onde os estudantes tiveram a oportunidade de entender e perceber a magnitude que é o trabalho no Porto. Conhecemos os Estaleiros onde foram produzidas as plataformas de Petróleo da Petrobrás, que hoje está em crise, influenciando na demissão de mais de 20.000 funcionários e ocasionando diversas greves. O próximo local de visitação foram os Molhes da Barra que foram construídos afim de direcionar os navios para que não encalhassem. Local onde realizamos um passeio de vagonetta, uma espécie de vagão sobre trilhos idênticos aos de trem, apenas em dimensões reduzidas, foram quatro quilômetros mar adentro, a diversão foi total. O último local de visitação foi a praia do Cassino, fundada em 1890 é o balneário marítimo mais antigo do Brasil.
Nos painéis das salas do Museu são apresentadas várias conchas, peixes e moluscos. Esta coleção é considerada a mais importante da América do Sul, foi organizada pelo Diretor Fundador do Museu Oceanográfico, o Professor Eliézer de Carvalho Rios. Os estudantes gostaram muito da visitação por se tratar de espécies que nunca tiveram a oportunidade de conhecer. Puderam ainda conhecer de perto o centro de recuperação de animais marinhos onde conheceram um leão marinho e diversos pinguins. Após o almoço nos dirigimos ao centro da cidade onde pudemos conhecer diversos monumentos históricos e culturais. A tarde realizamos a visita ao Porto de Rio Grande, onde tivemos a a oportunidade de conhecer e entender o funcionamento de um dos maiores portos em atividade do País, local onde os estudantes tiveram a oportunidade de entender e perceber a magnitude que é o trabalho no Porto. Conhecemos os Estaleiros onde foram produzidas as plataformas de Petróleo da Petrobrás, que hoje está em crise, influenciando na demissão de mais de 20.000 funcionários e ocasionando diversas greves. O próximo local de visitação foram os Molhes da Barra que foram construídos afim de direcionar os navios para que não encalhassem. Local onde realizamos um passeio de vagonetta, uma espécie de vagão sobre trilhos idênticos aos de trem, apenas em dimensões reduzidas, foram quatro quilômetros mar adentro, a diversão foi total. O último local de visitação foi a praia do Cassino, fundada em 1890 é o balneário marítimo mais antigo do Brasil.
Nossa viagem de estudos foi muito engrandecedora, salientamos a importância
desse tipo de atividade que envolve o estudante e o leva a relacionar a teoria
com a prática.
terça-feira, 31 de março de 2015
Memorial da Primeira guerra Mundial feito pelos alunos da turma 312 (Tarde) na disciplina de História.
Memorial
Autoras: Adriana, Dalva,
Daniela e Elizandra.
Filmes
Adeus às armas
Ano: 1957
• Roteiro: Ernest
Hemingway (romance), Ben
Hecht (roteiro), Laurence
Stallings (peça)
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 152 minutos
• Tipo: Longa-metragem
- História de um soldado que depois de
ser ferido durante uma batalha na Primeira Guerra, se apaixona e decide largar
as armas.
Resumo:
Frederick
Henry vai à Itália durante a Primeira Guerra Mundial, procurando trabalho acaba
se tornando motorista de ambulância. Às vésperas do combate, ele conhece a
ajudante da Cruz Vermelha inglesa Catherine Barkley e os dois se apaixonam.
Henry é ferido na batalha que se segue,é levado para o hospital em
Milão,reencontra seu amor e ficam juntos durante a recuperação de Henry.
Catherine engravida mas não quer se casar e Henry é forçado a retornar para a
sua unidade. Para fugir dos horrores da guerra e volta para Catherine Henry
recebe ajuda de seu amigo oficial e médico Alessandro Rinaldi.
Nada de novo no front
Ano: 1930
Direção: Lewis Miles tone
- Relata a história de um jovem que se
alista para Primeira Grande Guerra, movido pelo sentimento de nacionalismo.
Depois de se alistar, os horrores da guerra e a insignificância de tudo o que
acreditava desfazem as ilusões que vivera até o começo da guerra.
Cavalo de Guerra
Ano:2011
Direção: Steven Spielberg
- Trajetória de um cavalo antes,
durante e após a Primeira Guerra. Ao longo do filme, os horrores do conflito
vivenciado pelas pessoas são mostrados.
Feliz Natal
Ano: 2006
Direção: Christian
Carion
- No natal de
1914, soldados das trincheiras alemãs, francesas e escocesas confraternizam o natal.
Um filme sobre um acontecimento real da Primeira Grande Guerra que mostra o
lado humano de soldados que não viam significado naquela matança.
De: Christian Carion
Com: Diane Kruger, Benno Fürmann, Guillaume Canet
Gênero: Drama, Guerra
Classificação: M/12
'O Grande
Ditador' (1940)
1.
The Great Dictador é um filme estadunidense de 1940, do
gênero comédia dramática e sátira crítica, dirigido por Charles Chaplin.
Data de
lançamento: 15 de outubro de 1940
(Nova Iorque)
Direção: Charlie Chaplin
Roteiro: Charlie Chaplin
Música composta
por: Charlie
Chaplin, Meredith
Willson
Prêmio: New
York Film Critics Circle Award de Melhor Ator
Um dos principais clássicos de Charles Chaplin, primeiro
filme falado do gênio do cinema, 'O Grande Ditador' satiriza a ascenção de
Adolf Hitler, na Alemanha, desde o final da Primeira Grande Guerra até a
explosão do segundo conflito. Na pele de AdenoydHynkel, Chaplin se desdobra
para explicar suas ambições de guerra enquanto disputa com BenzinoNapaloni,
sátira do ditador fascista italiano Benito Mussolini, o domínio do mundo. O
filme, indicado a 5OSCARS,
'Glória feita de sangue' (1957)
Dirigido
por
|
Stanley
Kubrick
|
Com
|
Kirk Douglas, Ralph Meeker, Adolphe Menjou
|
Gênero
|
Guerra, Drama
|
Nacionalidade
|
EUA
|
Enquadrado
na categoria de filmes anti-guerra, este clássico de Stanley Kubrick conta a
história de um general do Exército Francês que após ter suas ordens para uma
missão suicida desobedecidas pelos seus soldados, resolve apoiá-los de
acusações de covardia.
Lawrence
da Arábia' (1962)
Lawrence
da Arábia é um filme épico de 1962, baseado na obra de T. E. Lawrence, Seven
Pillars of Wisdom e dirigido por David Lean. Wikipédia
Data de
lançamento: 10 de dezembro de 1962
(Reino Unido)
Direção: David Lean
Duração: 228 minutos
Autor: T. E. Lawrence
Cansado de sua irrelevante rotina de oficial no Egito, o
Tenente do Exército Britânico, T. E. Lawrence pede transferência para a Arábia
Saudita, onde passa a lutar ao lado dos árabes, povo do qual é admirador,
contra o Império Otomano, durante os combates da Primeira Guerra Mundial. O
filme foi vencedor de 7 Oscar.
O Maior Dia da História — Como
a Primeira Guerra Mundial Realmente Terminou
Autor: Nicholas Best
Este
livro mostra como o armistício da Grande Guerra “deixou” o mundo, notadamente a
“civilizada” Europa — cenário das duas guerras mais bárbaras e destrutivas da
história —, aliviado. O 11 de novembro de 1918 legou aos cidadãos de todos os
países outro mundo. A força do livro de Best reside na forma como conta a
história. No lugar de dados estatísticos, sempre frios, expõe relatos de
pessoas que vivenciaram a guerra. Trata-se de um relato vívido sobre como a
guerra (e seu fim) afetou as pessoas. Vale ressalvar que o subtítulo “Como a
Primeira Guerra Mundial Realmente Terminou” só existe na edição brasileira.
Agosto de 1914 — Irrompe a
Grande Guerra
John Keegan
É uma
síntese, mas, como foi escrita pelo especialista Keegan, torna-se valiosa.
Acaba sendo uma bem cuidada história da guerra. Mesmo tendo sido publicada há
42 anos (35 no Brasil), é possível notar que, aqui e ali, deixou marcas nos
principais livros sobre o assunto. Keegan é autor do brilhante “Uma História da
Guerra” (Companhia das Letras, 472 páginas, tradução de Pedro Maia Soares).
A
Primeira Guerra Mundial — História Completa
Lawrence
Sondhaus
Seu
“A Primeira Guerra Mundial” (Contexto, 555 páginas, tradução de Roberto
Cataldo) — que no Brasil ganhou um subtítulo ridículo, “História Completa”,
que não existe no original inglês — é uma história mais ampla da batalha. No
prefácio conta que, quando começou a discutir o projeto do livro com a
Cambridge University Press, “caíra a 15 o número de veteranos da Primeira
Guerra Mundial ainda vivos. (...) Eles tinham entre 106 e 111 anos”. Quando o
livro foi publicado em inglês, em 2011, “três permaneciam” vivos, “todos com
110 anos de idade. (...) Hoje em dia nenhum deles está vivo”. Um dos objetivos
de Sondhaus é mostrar o conflito de 1914-1918 como realmente mundial. A tese
central do livro é que “a Primeira Guerra Mundial e o acordo de paz que pôs fim
a ela constituíram uma revolução global. (...) No geral, o legado mais marcante
da” Grande Guerra “foi o seu papel na dessensibilização de tantas pessoas para
a brutalidade, a desumanidade e a carnificina em massa da guerra moderna na era
industrial. Essa dessensebilização tornou possível o massacre ainda maior da
Segunda Guerra Mundial e, na verdade, serviu de pré-requisito necessário para
ela”.
“O
Último Verão Europeu — Quem Começou a Grande Guerra de 1914”
David
Fromkin
“O
Último Verão Europeu — Quem Começou a Grande Guerra de 1914” (Objetiva, 388
páginas, tradução de Renato Aguiar). O scholar americano conta que “mais de 20
milhões de soldados e civis perderam a vida na Grande Guerra, e outros 21
milhões foram feridos”. Ele a percebe como “o ponto crítico da história
moderna” e diz que “nosso tempo” deve ser “definido como a era pós-Primeira Guerra
Mundial” e não como “pós-Guerra Fria”. O pesquisador observa que “o Iraque
surgiu como Estado das cinzas da Primeira Guerra Mundial”. Se “não tivesse
havido guerra em 1914, o Iraque poderia muito bem não existir em 2002. (...)
Trata-se certamente do acontecimento mais seminal dos tempos modernos”. O livro
detalha, de maneira precisa, como a Alemanha havia se tornado uma potência em
1914 e nota que “havia mais globalização antes da guerra de 1914 do que há
agora”.
Primeira Guerra Mundial
Michael
Howard
A obra,
embora sucinta, é uma ótima síntese sobre os motivos e consequências da
batalha. Ressalta que a ascensão da Alemanha, a partir de 1871, é um dos
motores da guerra. E faz um questionamento: a Grande Guerra de 1914 não foi a
primeira. “As potências europeias haviam lutado entre si em todas as regiões do
globo ao longo dos 300 anos anteriores.”
Até
o Último Homem — Romance Sobre a Primeira Guerra Mundial
Jeff
Shaara
Os
trabalhos dos escritores geralmente ficam aquém das pesquisas dos historiadores
profissionais, que costumam ser cruéis com aqueles que, para entender de
maneira vívida um fenômeno, optam por recriá-lo por meio da imaginação. “Até o
Último Homem” (Bertrand Brasil, 921 páginas, tradução de Milton Chaves de
Almeida), de Jeff Shaara, conseguiu uma proeza: agradou historiadores,
militares — dada a precisão de sua pesquisa — e os leitores comuns, por ter
transformado a guerra numa coisa vívida. O leitor fica com a sensação de que,
ao lado dos personagens, está participando das batalhas.
Em
inglês
“Catastrophe — Europe Goes To War 1914”
Max Hasting
Max
Hasting é consagrado como um dos maiores historiadores da Segunda Guerra
Mundial (um de seus livros saiu no Brasil pela Intrínseca). As editoras
brasileiras devem ficar de olho no seu livro “Catastrophe — Europe Goes To War
1914” (William Collins, 628 páginas). Hasting une a pesquisa rigorosa com uma
escrita deliciosa. Ele pesquisa como um historiador rigoroso, que verifica
arquivos e retira o que há de melhor nos outros livros, e é dono de uma prosa
de escritor. O livro é elogiado por Ian Kershaw, o maior biógrafo de Adolf
Hitler e um dos principais historiadores ingleses.
Expressões artísticas
Obra
realizada no início do século xx pelo pintor futurista Gino Sevirini.
Obra de
1921 de Marc Ernst, pintos dadaísta e surrealista.
Udnie
Jovem
garota americana: a dança, obra dadaísta de Francis Picabia (1879-1953).
Participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial
A
participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial foi estabelecida em função de
uma série de episódios envolvendo embarcações brasileiras na Europa. No mês de
abril de 1917, forças alemãs abateram o navio Paraná nas proximidades do Canal
da Mancha. Seis meses mais tarde, outra embarcação brasileira, o encouraçado
Macau, foi atacado por alemães. Indignados, populares exigiram uma resposta
contundente das autoridades brasileiras.
Na época,
o presidente Venceslau Brás firmou aliança com os países da Tríplice Entente
(Estados Unidos, Inglaterra e França), em oposição ao grupo da Tríplice
Aliança, formada pelo Império Austro-húngaro, Alemanha e Império Turco-otomano.
Sem contar com uma tecnologia bélica expressiva, podemos considerar a
participação brasileira na Primeira Guerra bastante tímida. Entre outras ações,
o governo do Brasil enviou alguns pilotos de avião, o oferecimento de navios
militares e apoio médico.
Incumbidos de proteger o Atlântico de possíveis ataques de submarinos alemães, sete embarcações foram usadas na Primeira Guerra: dois cruzadores, quatro contratorpedeiros e mais um navio auxiliar. A pequena tripulação destes navios, mesmo tendo um papel breve, foi vítima da epidemia de gripe espanhola que assolou a Europa nesse período. A experiência de maior sucesso brasileiro no conflito aconteceu com os grupos enviados para lutarem ao lado de soldados franceses e britânicos.
Os brasileiros tiveram participação nos conflitos das tropas da frente ocidental e na região da Jutlândia. O mais conhecido caso de participação brasileira se refere ao militar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque. Relatos contam que este militar foi responsável pelo comando de pelotões de cavalaria francesa e uma pequena unidade de tanques. A experiência por ele adquirida abriu portas para que, logo em seguida, o Brasil adquirisse seus primeiros carros blindados.
O apoio brasileiro teve muito mais presença com o envio de suprimentos agrícolas e matéria-prima procurada pelas nações em conflito. No Brasil, a Primeira Guerra teve implicações significativas em nossa economia. A retração econômica sofrida pelas grandes nações industriais europeias abriu portas para que o parque industrial se desenvolvesse.
Incumbidos de proteger o Atlântico de possíveis ataques de submarinos alemães, sete embarcações foram usadas na Primeira Guerra: dois cruzadores, quatro contratorpedeiros e mais um navio auxiliar. A pequena tripulação destes navios, mesmo tendo um papel breve, foi vítima da epidemia de gripe espanhola que assolou a Europa nesse período. A experiência de maior sucesso brasileiro no conflito aconteceu com os grupos enviados para lutarem ao lado de soldados franceses e britânicos.
Os brasileiros tiveram participação nos conflitos das tropas da frente ocidental e na região da Jutlândia. O mais conhecido caso de participação brasileira se refere ao militar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque. Relatos contam que este militar foi responsável pelo comando de pelotões de cavalaria francesa e uma pequena unidade de tanques. A experiência por ele adquirida abriu portas para que, logo em seguida, o Brasil adquirisse seus primeiros carros blindados.
O apoio brasileiro teve muito mais presença com o envio de suprimentos agrícolas e matéria-prima procurada pelas nações em conflito. No Brasil, a Primeira Guerra teve implicações significativas em nossa economia. A retração econômica sofrida pelas grandes nações industriais europeias abriu portas para que o parque industrial se desenvolvesse.
Fotografias
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